:: Soneto dos seis anos ::

Ter tudo sem te ter, esmaecer
Ver tudo sem te ver, perder o tom
Meu céu, sem ter-te sol, que anoitecer
Meu sol, sem ter-te céu, que solidão

A vida, o que é, sem a ti ter?
Apenas existência, ser em vão.
Faz tempo decidimos transcender
Alar, não importa aonde, dando as mãos

Seis anos de aliança, que presente.
A vida é mesmo um sopro, um piscar…
E há tanto no horizonte a desbravar

Dos sonhos pelo Pai dantes escritos
Nós dois com nossa Bella, infinito
Dois nós que se entrelaçam para sempre.

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